17/01/2012

Curiosidade sobre a Dengue


1) O que é dengue? 
A dengue é uma doença febril aguda. A pessoa pode adoecer quando o vírus da dengue penetra no organismo, pela picada de um mosquito infectado, o Aedes aegypti. 
2) Quanto tempo depois de ser picado aparece a doença? 
Se o mosquito estiver infectado, o período de incubação varia de 3 a 15 dias, sendo em média de 5 a 6 dias. 
3) Quais são os sintomas da dengue? 
Os sintomas mais comuns são febre, dores no corpo, principalmente nas articulações, e dor de cabeça. Também podem aparecer manchas vermelhas pelo corpo e, em alguns casos, sangramentos como petéquias (pontos vermelhos, principalmente na pele), sangramento nasal e gengival, entre outros. 
4) O que devo fazer se aparecer alguns desses sintomas? 
Procure o serviço de saúde mais próximo. 
5) Como é feito o tratamento da dengue? 
Não há tratamento específico para o paciente com dengue. O paciente com dengue clássica, o médico deve tratar os sintomas, como as dores de cabeça e no corpo, com analgésicos e antitérmicos (paracetamol e dipirona). Devem ser evitados os salicilatos, como o AAS e a Aspirina, já que seu uso pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas. É importante também que o paciente fique em repouso e ingira bastante líquido. 

Os pacientes com Febre Hemorrágica da Dengue (FHD) devem ser observados cuidadosamente para identificação dos primeiros sinais de choque, como a queda de pressão. O período crítico ocorre durante a transição da fase febril para a sem febre, geralmente após o terceiro dia da doença. A pessoa deixa de ter febre e isso leva a uma falsa sensação de melhora, mas em seguida o quadro clínico do paciente piora. 

A Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) alerta que alguns dos sintomas da dengue só podem ser diagnosticados por um médico. 

6) A pessoa que pegar dengue pode morrer? 
A dengue, mesmo na forma clássica, é uma doença séria. Caso a pessoa seja portadora de alguma doença crônica, como problemas cardíacos, devem ser tomados cuidados especiais. No entanto, ela é mais grave quando se apresenta na forma hemorrágica. Nesse caso, quando tratada a tempo a pessoa não corre risco de morte. 

O quadro clínico da dengue é dinâmico, isto significa que um paciente com dengue clássica pode passar rapidamente para a forma grave (Febre Hemorrágica da Dengue). Ao apresentar qualquer sintoma, procure a unidade de saúde mais próxima. 

7) Quais os cuidados para não pegar dengue? 
Como é praticamente impossível eliminar o mosquito, é preciso identificar objetos que possam se transformar em criadouros do Aedes. Por exemplo, uma bacia no pátio de uma casa é um risco, porque, com o acúmulo da água da chuva, a fêmea do mosquito poderá depositar os ovos neste local. Então, o único modo é limpar e retirar tudo que possa acumular água. Em 90% dos casos, o foco do mosquito está nas residências. 

8) O que devo fazer para evitar o mosquito da dengue? 
Para evitar o mosquito da dengue é preciso eliminar os focos do Aedes. A Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) preparou uma lista das medidas que as pessoas podem adotar para evitar que o Aedes se reproduza em sua casa. 
9) Depois de termos dengue, podemos pegar novamente? 
Sim, podemos, mas nunca do mesmo tipo de vírus. Ou seja, a pessoa fica imune contra o tipo de vírus que provocou a doença, mas ela ainda poderá ser contaminada pelos outros tipos conhecidos do vírus da dengue. 
10) Quantos tipos de vírus da dengue existem? 
São conhecidos quatro sorotipos: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. No Brasil ainda não foi identificado o sorotipo DENV-4. 
11) Posso pegar dengue de uma pessoa doente? 
Em hipótese alguma. Não há transmissão por contato direto de um doente ou de suas secreções com uma pessoa sadia, nem de fontes de água ou alimento. 
12) Existe vacina contra a dengue? 
Ainda não, mas a comunidade científica internacional e brasileira está trabalhando firme neste propósito. A vacina contra a dengue é mais complexa que as demais. A dengue, com quatro vírus identificados até o momento, é um desafio para os pesquisadores. Será necessário fazer uma combinação dos quatro sorotipos conhecidos, para que se obtenha uma proteção realmente eficaz contra a doença. 
13) Por que essa doença ocorre no Brasil? 
É um sério problema de saúde pública em todo o mundo, especialmente nos países tropicais como o nosso, onde as condições do meio ambiente, aliado a características urbanas, favorecem o desenvolvimento e a proliferação do mosquito transmissor, o Aedes aegypti. Mais de 100 países em todos os continentes, exceto a Europa, registram a presença do mosquito e casos da doença. 
14) O Brasil está com uma epidemia de dengue? 
Não. No primeiro semestre do ano de 2008 ocorreu uma epidemia na cidade do Rio de Janeiro. Em 2009, até o mês de junho, houve uma redução de 48% nos casos notificados de dengue em comparação com o ano de 2008. 
15) O inseticida aplicado para matar o mosquito da dengue funciona mesmo? 
Sim, os produtos funcionam. Tanto os larvicidas quanto os inseticidas distribuídos aos estados e municípios pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) têm eficácia comprovada, sendo preconizados por um grupo de especialistas da Organização Mundial da Saúde. 

Os larvicidas servem para matar as larvas do Aedes. São aqueles produtos em pó, ou granulado, que o agente de combate a dengue coloca nos ralos, caixas d'água, ou seja, naqueles lugares onde há água parada que não pode ser eliminada. 

Já os inseticidas são líquidos espalhados pelas máquinas de nebulização (fumacê), que matam os insetos adultos enquanto estão voando, pela manhã e à tarde, porque o Aedes tem hábitos diurnos. O fumacê não é aplicado indiscriminadamente, sendo utilizado somente quando existe a transmissão da doença em surtos ou epidemias. Desse modo, a nebulização pode ser considerada um recurso extremo, porque é utilizada num momento de alta transmissão, quando as ações preventivas de combate à dengue falharam ou não foram adotadas. 

Algumas vezes, os mosquitos e larvas desenvolvem resistência aos produtos. Sempre que isso é detectado, o produto é imediatamente substituído por outro.

15/01/2012

9 Coisas Que Nem Todo Passageiro De Avião Sabe

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Por trás das taxas escondidas e de horas sentado no avião, sem saber por que está esperando, existem certas coisas que talvez você não saiba.

 1- PILOTOS TAMBÉM FAZEM XIXI

Se você já se sentou na parte da frente de um avião, com certeza já percebeu quando os pilotos precisam satisfazer suas necessidades fisiológicas. Quando a natureza chama, o piloto alerta as comissárias de bordo pelo interfone. As comissárias fazem uma barreira na cabine de pilotagem e dão um sinal para que o piloto abra a porta, já que não há banheiro na cabine e eles têm que usar o mesmo banheiro que todo mundo. Já aconteceu um piloto pegar o interfone errado e perguntar à aeronave inteira se poderia sair para fazer xixi.

2- EXISTEM OS “BONS ASSENTOS”, SIM

Se você é sofre de enjoo, é melhor sentar sobre as asas. Um avião é como um balanço. Quando o piloto move o nariz da aeronave para cima ou para baixo, os assentos nos extremos da fuselagem vão se mover numa distância maior. E, como regra, a cauda tende a se mover mais do que a parte da frente. Portanto, fique longe da parte traseira, se movimento for um problema para você.

3- O AVISO ‘COLOQUE O CINTO DE SEGURANÇA’ É PRA VALER

Turbulência não é perigosa para o avião, mas é para os passageiros. Incidentes com turbulências severas já fizeram pessoas baterem com a cabeça no teto e depois caírem no chão desmaiadas, às vezes com ferimentos muito sérios. Se a tripulação lhe diz para sentar por causa da turbulência, é bom obedecer imediatamente.

4- NÃO EXISTEM ALMOÇOS GRATUITOS

Graças às falências de muitas companhias, iniciadas em 2000, poucas empresas aéreas ainda fornecem comida à sua tripulação em voos curtos. Os pilotos têm permissão para comer na cabine de pilotagem, assim que estiverem em altitude de cruzeiro (quando o gasto de combustível é menor, devido à menor densidade do ar), mas normalmente eles comem sanduíches e fatias de pizza nas praças de alimentação dos aeroportos: Não é exatamente o estilo de vida glamuroso que costumava ser.

5- VOCÊ ACHA QUE ENCHER O TANQUE DO SEU CARRO É CARO

A principal despesa de uma empresa aérea é o combustível. E pelo fato do preço do combustível variar muito, o preço da passagem também varia. Os aviões bimotores regulares queimam cerca de 20 galões de combustível por minuto em altitude de cruzeiro. Daí você pode imaginar a conta de combustível de um voo transcontinental.

6- OS APARELHOS ELETRÔNICOS

Não há nada comprovado, mas existem evidências de que aparelhos eletrônicos realmente interferem com os instrumentos de voo do avião. Os culpados mais prováveis são os que transmitem sinal, como celulares ou computadores usando WI-FI, que emite uma onda eletrônica. Mas os novos aviões estão sendo produzidos para a era do WI-FI; portanto, devemos ter mais permissões de eletrônicos no futuro.

7- O COPILOTO PODE SER MAIS EXPERIENTE DO QUE VOCÊ PENSA

A confusão do setor aéreo nos últimos 20 anos fez muitas empresas falirem ou diminuírem de tamanho, demitindo, portanto, grande número de empregados. Se um piloto perde o emprego em uma empresa e vai para outra, terá de começar como copiloto, com salário do piso e não receberá nenhum crédito pela sua experiência anterior. Portanto um copiloto pode ter a experiência de um comandante.

8- ROMANCES NO AR

Toda a tripulação fica no mesmo hotel, mas, há alguns anos atrás, nos EUA, as esposas dos pilotos tentaram fazer com que as comissárias de bordo ficassem em um hotel diferente dos pilotos, porque elas não queriam estimular a traição dos maridos.

9- AS TRIPULAÇÕES TÊM TREINAMENTO EM MAIS DO QUE SAÍDAS DE EMERGÊNCIA

Terrorismo é um problema hoje em dia. A maioria das comissárias e dos pilotos é treinada para essas situações e aprende defesa pessoal, assim como formas de detectar certos comportamentos. Pilotos também podem se voluntariar para um programa intensivo em centros de treinamento específicos. Por uma semana eles aprendem como atirar e como incapacitar alguém como uma arma. Quando terminam o programa têm licença legal para portarem uma arma na cabine de pilotagem.

10 Guerras Absurdas Da História

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Não existe guerra justa nem inteligente, toda guerra é estúpida. Mas existem algumas mais estúpidas e sem sentido do que a maioria, chegando até a serem ridículas. Aqui estão algumas delas. Seria cômico se não fosse trágico…

10 – LIJAR X FRANÇA
Em 1883, os cidadãos de Lijar, uma pequena vila do Sul da Espanha, ficaram furiosos quando souberam que o rei espanhol Alfonso XII, enquanto visitava Paris, foi insultado e atacado pelos parisienses. Em resposta, o prefeito da pequena vila, Dom Miguel Garcia Saez, e todos os 300 habitantes de Lijar declararam guerra contra a poderosa França, em 14 de outubro. Não aconteceu nada.
Nenhum tiro foi dado e nenhuma morte aconteceu. Mesmo assim, o “valente” prefeito Saez foi aclamado como o “Terror das Sierras”. Pois bem, noventa e três anos depois, em 1976, o rei espanhol Juan-Carlos fez uma viajem a Paris, durante a qual foi bem tratado pelos habitantes da capital. Em 1981, o prefeito de Lijar comentou que “levando-se em conta a excelente atitude dos franceses”, eles iriam cessar “as hostilidades e o fogo” contra a França (???).
Duração da guerra: 93 anos
Consequências: nenhumas


9 – A GUERRA DO BARRIL
Essa começou no século XIV, em 1325, na Itália, quando uma rivalidade entre os Estados de Modena e Bologna atingiu um nível absurdo por motivo insignificante: um barril de carvalho.
Tudo começou quando uma tropa de soldados de Modena entrou em Bologna e roubou um grande barril de carvalho. Para garantir o orgulho e o barril, a cidade declarou guerra contra a outra. E o confronto durou doze anos, sem que o barril fosse recuperado. Até hoje, o artefato está na torre do sino de Modena.
Duração da guerra: 12 anos
Consequências: desconhecidas


8 – GUERRA DO PARAGUAI
No século XIX, o presidente do Paraguai, Francisco Solano Lopez, era um grande admirador de Napoleão Bonaparte. Ele se achava um grande tático e comandante, mas faltava algo para coroar a sua vaidade uma guerra. Para resolver o problema, em 1864, ele declarou guerra contra três países vizinhos: o Brasil, a Argentina e o Uruguai. Resultado da façanha: o Paraguai quase sumiu do mapa e calcula-se que cerca de 90% da população masculina morreram, em uma guerra praticamente sem motivos.
Duração da guerra: 6 anos
Consequências: 400 mil mortos, a maioria paraguaia


7 – A GUERRA DO CACHORRO PERDIDO
Em 1925, a Grécia e a Bulgária não eram nações amigas. Elas já haviam lutado uma contra a outra na primeira guerra mundial e as feridas não estavam cicatrizadas. Tensões estavam sempre acontecendo na fronteira, principalmente na área de Petrich. O ponto máximo ocorreu em 22 de outubro de 1925, quando um soldado grego correu atrás do seu cachorro fugido e foi morto por um tiro de uma patrulha búlgara. A Grécia clamou por retaliação e invadiu Petrich no dia seguinte. A área foi dominada em pouco tempo, mas as forças aliadas entraram no jogo, obrigaram a Grécia a sair da região e ainda a pagar uma indenização à Bulgária. Dez dias depois eles foram embora, e pagaram 120 mil reais para o inimigo.
Duração da guerra: 10 dias
Consequência: 52 mortos

6 – A GUERRA DE AROOSTOOCK
Essa foi travada entre os Estados Unidos e a Inglaterra na região de Maine, no Norte dos EUA. Depois da guerra de 1812, as forças britânicas ocuparam a maior parte dessa região e declararam-na território inglês. No inverno de 1838, lenhadores americanos cortaram madeira nessa área, provocando a ira dos colonizadores, que convocaram as tropas. Tropas americanas também foram deslocadas, tornando o clima de guerra iminente. Por quase um ano as tropas ficaram a postos, sem que os governos decidissem alguma coisa. Por fim, a Inglaterra optou por devolver sua parte do Maine e as tropas americanas foram recuadas. Apesar de ter acontecido sem combate militar, a guerra de Aroostoock teve centenas de mortes por causa de doenças e acidentes.
Duração da guerra: 11 meses
Consequência: 550 mortos

5 – A GUERRA DO PORCO
Mais uma entre americanos e ingleses. A guerra do porco começou quando um membro da infantaria britânica atirou em um porco que andava no território americano. A milícia local respondeu se concentrando na fronteira e aguardado o movimento inglês. Depois, o exército inglês pediu desculpas e a iminência de guerra cessou.
Duração da guerra: 4 meses
Consequência: um porco


4 – GUERRA DOS 335 ANOS
Essa guerra foi entre a Holanda e as Ilhas Scilly, localizadas perto da costa da Inglaterra. A guerra começou em 1651, mas, assim como muitas guerras da época, não foi levada a sério e logo foi esquecida. Três séculos se passaram até que os dois países finalmente concordassem em assinar trégua, em 1986, tornado essa a guerra mais longa da história, sem que fosse disparado nenhum tiro.
Duração da guerra: 335 anos
Consequência: nenhuma


3 – A GUERRA DO FUTEBOL
Algumas guerras começam com um ataque, outras com um massacre, mas essa foi com um jogo de futebol entre El Salvador e Honduras, em 1969. El Salvador perdeu o jogo e as tensões subiram, até que, em 14 de junho, o exército do país atacou Honduras. Surpresa pela violência súbita, a OTAN determinou um cessar fogo efetivo no dia 20 de junho, apenas 100 horas após os primeiros tiros.
Duração da guerra: 4 dias
Consequências: 3 mil mortos

2 – GUERRA MOLDÁVIA-TRANSNISTRIA
Essa guerra começou logo depois do fim da União Soviética, quando o antigo bloco da Moldávia passou por uma crise. Dois terços do país queriam uma relação maior com a Romênia, mas a outra queria com a Rússia. Como resultado, uma guerra começou. Mas o mais estranho é que os homens que estavam lutando na guerra se juntavam em território neutro, durante a noite, para conversar e beber. Os soldados até faziam pactos de não atirar um no outro, caso se vissem durante o conflito. E isso acontecia quase todas as noites. Um dos soldados escreveu em seu diário: “A guerra é como uma festa bizarra, durante o dia nós matamos o inimigo, e a noite bebemos com ele. Que coisa estranha é a guerra”.
Duração da guerra: 4 meses
Consequências: 1.300 mortos

1 – A GUERRA DO EMU
Essa é talvez a única guerra onde um dos lados envolvidos não era humano, mas animal. Em 1932, a população das aves emu, na Austrália, estava crescendo fora de controle, com quase 20 mil dos animais correndo pelo deserto e causando danos às plantações. Em resposta, o exército australiano enviou um contingente de soldados armados com metralhadoras para matar os emus – e até declararam guerra a eles. O conflito começou em meados de novembro e o que parecia fácil se mostrou complicado: os emus eram muito resistentes e mesmo após vários tiros, continuavam correndo. A guerra emu durou quase uma semana, até que o major Meredith, comandante da força tarefa, desistiu devido à baixa efetividade.
Duração da guerra: 7 dias
Consequências: 2.500 emus mortos
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