31/01/2012

20 Curiosidades Muito Curiosas

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1.    Os americanos gastam muito mais com comida de cachorro do que com comida de bebês.








2.    As mulheres são as maiores compradoras de cuecas e barbeadores elétricos.









3.    Em 2009, surpreendido pela polícia quando roubava uma residência na cidade de Antuérpia, na Bélgica, um ladrão fugiu pela porta dos fundos, escalou uma parede de 3 metros de altura, pulou para o outro lado e caiu exatamente dentro do pátio da prisão municipal.








4.    Em 1998, a direção de um hospital de Los Angeles, na Califórnia, demitiu 8 funcionários que faziam um bolão de apostas mensal, para acertarem nos pacientes que iam morrer.







5.    Multiplique 111.111.111 por 111.111.111. O resultado será 12.345.678.987.654.321 (observe que estes números estão em ordem crescente até o 9 e depois em ordem decrescente até o 1). Sabe por que isso acontece? Depois eu conto.







6.    Os CDs foram inventados para comportar 72 minutos de música, porque este é o tempo exato de duração da 9ª Sinfonia de Beethoven.










7.    Um lápis inteiro conseguiria desenhar uma linha de 56 quilômetros ou escrever cerca de 50.000 palavras.








8.    De acordo com as leis da física, bater o carro a 100 km/h é a mesma coisa que cair do 8º andar de um prédio.






9.    Quanto pesaria um pacote com R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) só com notas de R$ 1,00 (um real)? Resposta: 1.230 kg (mil duzentos e trinta quilos).













10.    Quando um vidro se espatifa no chão, os caquinhos se espalham numa velocidade de até 4.830 km/h.









11.    Henry Budd, um comerciante milionário inglês, morreu em 1862 e deixou toda a sua imensa fortuna para os seus dois filhos, com uma única condição: que eles jamais usassem bigodes.








12.    Antigamente, na Inglaterra, ninguém podia fazer sexo sem o consentimento do rei, a não ser que fosse membro da família real. Quando precisavam, as pessoas pediam autorização ao monarca, que lhes entregava uma placa com data, que deveria ser colocada na porta do quarto e que dizia: “Fornication  Under Consent of the King” (“Fornicação Consentida pelo Rei”). Se tomarmos as iniciais maiúsculas da frase em Inglês, formaremos a palavra FUCK, que, no idioma de Shakespeare significa… Bem, você deve saber. Senão, pergunte a quem sabe.










13.    Thomas Alva Edson, inventor da lâmpada elétrica, tinha medo do escuro.








14.    O nome HAL, que foi dado ao super computador do filme 2001 – Uma Odisseia no Espaço, não foi inventado por acaso. As 3 letras são as que antecedem as letras IBM no alfabeto.











15.    Albert Einstein não foi um bom aluno. Aos 9 anos, ele tinha dificuldades para falar e seus pais achavam que ele era retardado.










16.    Neste exato momento, existem mais de 100 milhões de bactérias se alimentando, se reproduzindo e depositando detritos nas áreas em volta dos seus lábios. Entendeu agora para que serve o seu sistema imunológico?







17.    Uma pessoa é, em média, um centímetro mais alta durante a noite.











18.    Sabe quanta comida uma pessoa normal ingere em um ano? Uma tonelada!








19.    Antes da 2ª Guerra Mundial, os negros não eram aceitos no exército dos EUA.










20.    O imperador romano Lvcivs Aelivs Commodvs (161 – 192 d.C.) mandava recolher, pelas ruas de Roma, anões, leprosos, aleijados e cegos, para levá-los ao Coliseu, onde eles eram obrigados a lutar uns contra os outros até à morte, usando facas de açougueiros.



27/01/2012

Sopa e Pipa: 7 coisas que não existiriam se a web fosse controlada

Esse é um assunto muito importante... devemos saber o que está acontecendo no mundo!
Essa Lei vem para acabar com a liberdade de expressão e nos como pessoas físicas não podemos fazer nada. Essa é uma batalha de gigantes onde os protestos não serão físicos mas sim virtuais.
Em uma explicação simplista, quando foi criada, entre as décadas de 60 e 70, a internet tinha como objetivo o compartilhamento de informações entre Exército e governo, como forma de garantir melhor sucesso em operações militares. Com o advento da interface amigável da World Wide Web, a colaboração tornou-se algo acessível a todos. Mas e se vivêssemos em um mundo de controle da rede desde seus primórdios? Durante debate sobre as leis Sopa e Pipa realizado pelo IT Web, um leitor, @brunongr, encaminhou a questão, que foi respondida de pronto: as relações não seriam, nem de longe, parecidas com a que temos hoje. Listamos 7 itens que, simplesmente, não existiriam em nossas vidas.


Antes de iniciar a lista, é preciso lembrar de uma coisa: os projetos de lei Sopa e Pipa, que tramitavam no Congresso norte-americano, estipulam que o provedor promova uma verificação prévia do conteúdo depositado pelo usuário, sob pena de ser fechado. Se o arquivo for pirata, não pode ser colocado à disposição do público. Pelos moldes atuais, no Brasil e nos Estados Unidos, a situação é um pouco mais flexível: o provedor não se responsabiliza – ou não deveria se responsabilizar – pelo material nele postado, exceto se fosse avisado de sua ilegalidade.





Fim, antes mesmo do início, de provedores de serviço. Dificilmente teríamos tantos servidores disponíveis para o compartilhamento de conteúdo. “Se tivessem de analisar previamente os conteúdos antes de serem publicados, ficaria economicamente inviável. A não ser que a empresa quisesse contratar um batalhão de gente especializada em copyright para verificar todos os conteúdos”, ponderou Vainzof .
Google, o pigmeu de buscas. Não dá para imaginar a vida sem o Google, especialmente no Brasil, onde ele representa 90% dos termos de pesquisa feitos por aqui. As técnicas de Search Engine Optimization – que criaram um nicho de trabalho na era da internet 2.0 – teriam pouca serventia, e muitos blogueiros e outros profissionais que vivem de links patrocinados não teriam a renda que têm hoje. Toda a forma de navegar a web seria diferente e menos facilitada, provavelmente. A colaboração também seria outra. “Buscadores seriam tratados com bastante parcimônia”, ponderou Predolim.
Redes antissociais. Depois da própria criação da web, a principal revolução pela qual o ambiente online passou foi sua socialização. O ser humano é sociável, e uma ferramenta como a que temos hoje, que quebra barreiras e fronteiras e pela qual a distância é só mais uma palavra sem sentido, permitiu a democratização total do conteúdo e, por que não, da força política. “O Facebook poderia não existir”, disse Massoco, alegando o mesmo motivo do fim dos provedores de serviço de um modo geral. Se não existisse Facebook, não existiriam as demais redes sociais. Os direitos do consumidor, no Brasil, ainda ficariam na penumbra. Teríamos de esperar horas no call center para reclamar de um produto, com dificuldade de espalhar que tal empresa prestava um serviço ruim. O primeiro presidente negro dos Estados Unidos, Barack Obama, talvez fosse só mais um candidato que não teria vingado: sua popularidade e recursos de campanha cresceram junto com a ajuda dos jovens nas redes sociais. Quedas de ditadores como a que vimos na Líbia e no Egito, a Primavera Árabe, enfim, nada disso teria a força política internacional que teve. A Luiza, provavelmente, ainda estaria no Canadá, e não correria o risco de repetir de ano.
Indústrias musicais perderiam dinheiro. Essa me chamou a atenção no momento que foi dita, mas, depois, fez sentido. Segundo Haikal, nos primórdios da web, o dinheiro era ganho via venda de conteúdo exclusivo, vide contratação de serviço de e-mail, por exemplo. “Se as leis existissem hoje, as grandes indústrias seriam as primeiras a perder. O que se produz hoje: os maiores hits vêm da criatividade do usuário. A pessoa não é mais consumidora da informação, ela é produtora. É a prosumer”, disse. Concordo. Veja Justin Bieber, por exemplo: ele saiu da web. Sua gravadora e produtores ganhariam tanto dinheiro sem a ajudinha da internet? Talvez. Mas, com certeza, seria mais difícil.
Eu, que gosto pouco dessas viajadas, acabei pensando em outras consequências de uma Sopa/Pipa controlando a web o tempo inteiro. Se forem muito loucas ou descabidas, gostaria de deixar registrado que nada têm a ver com os debatedores do dia.
Android seria androide. Um mundo com sistemas de busca tímidos seriam um mundo sem Google – ou aGoogle, para usar um prefixo de negação. Um mundo sem Google seria um mundo com menos investimentos em pesquisa e inovação por parte da empresa. Em entrevista concedida recentemente ao IT Web, o criador do Google AdSense (programa de gerenciamento de anúncios relevantes), Jeffrey M. Stibel, disse que, em 13 anos de vida, o Google não inovou, apenas “fez cosmética”. Sua grande inovação, ainda, é a caixa branca para busca de informações na web. Sem isso, o trunfo da empresa estaria perdido. E seu grande produto para dispositivos móveis, o sistema operacional Android, consequentemente não existiria. A plataforma, que apesar de críticas, possui o modelo open source com mais adesão, está em cerca de 50% dos smartphones ao redor do mundo. Android, portanto, seria apenas mais uma palavra, que em português brasileiro se escreveria androide mesmo.


iPad para quê?: a Microsoft já tentava, no início dos anos 2000, produzir alguma coisa parecida com o iPad, que chegaria dez anos depois e revolucionaria a forma de consumir conteúdo e interagir com a web. Sem uma web nos moldes atuais, para que ter um dispositivo com navegação facilitada? A capacidade social da web é um dos grandes atrativos do produto, que permite compartilhamento de conteúdo, seja foto, vídeo, texto, enfim, com apenas um clique. Sem o apelo, valeria a pena um produto do tipo? Sei não.
Mobilidade engessada. Sem Android, sem iPad, sem redes sociais, mobilidade seria algo menos na moda como é hoje. Os impactos na cadeia com um todo – empresas de antivírus, especialmente – seria direto. Talvez não fosse tão disseminado como é hoje.
São muitas as variáveis e esta lista seria imensa se eu desse ouvido a cada novo porém que brota na minha cabeça. Finalizo, então, com uma frase do Haikal que foi bem interessante: “ainda existem dinossauros da internet que querem aprovar leis como essa. Quem esta no status quo antigo, quer continuar.” E não é?

18/01/2012

Vulcão mais mortal está prestes a entrar em erupção.

Vulcão mais mortal está prestes a entrar em erupçãoA última vez que o vulcão mais mortal do planeta explodiu foi em 1815. Mais de 71 mil pessoas morreram no local. Ele também foi responsável por um inverno vulcânico que causou a pior fome em todo o mundo no século 19. Agora, ele pode explodir novamente. O Monte Tambora está localizado na ilha de Sumbawa, na Indonésia. Enquanto ele não tem a explosão de vulcão mais poderosa da história, tem a que causou mais mortes diretas e indiretas. Quando a explosão aconteceu em abril de 1815, Sumbawa foi obliterada. A caldeira, em seguida, entrou em colapso, após alguns meses de atividade pesada. A maioria da população da ilha foi morta e sua vegetação foi reduzida a cinzas. Algumas árvores foram arrancadas e empurradas para dentro do mar, juntamente com cinzas, criando jangadas gigantes. E tsunamis gerados pela explosão afetaram ilhas nas proximidades. Mas o seu poder destrutivo não foi apenas limitado à região. A explosão do vulcão afetou o mundo inteiro.
Cinzas subiram em uma coluna que atingiu 43 quilômetros de altura, até a estratosfera. As partículas mais pesadas eventualmente caíram, mas um véu de aerossóis de sulfato permaneceu na estratosfera por anos, escurecendo a luz do sol em toda parte. Isso interrompeu todo o clima global em grande forma, e iniciou uma cadeia de eventos que matou milhões através do Hemisfério Norte. No ano seguinte, não houve verão e as temperaturas desceram uma média de 0,5 grau Celsius. Não parece muito, mas o enxofre liberado pelo vulcão causou estragos em culturas agrícolas e morte da pecuária em todos os lugares.
Os Estados Unidos experimentaram extremas geadas e neve pesada no meio do “verão”, arruinando tudo nos campos. O mesmo aconteceu em outros lugares, causando uma grande fome em todo o mundo. Essa fome ajudou a espalhar uma nova cepa da cólera na Ásia e uma epidemia de tifo no sudeste da Europa e no Mediterrâneo oriental. Não foi divertido.
Sabendo de tudo isso, especialistas estão dizendo que o Monte Tambora está pronto para entrar em erupção novamente. Um fluxo constante de terremotos está agitando a ilha, de menos de cinco por mês em abril para mais de 200 agora. Colunas de cinzas já estão ventilando tão altas quanto 1.400 metros.
As autoridades já estabeleceram um perímetro de perigo de 3,22 quilômetros e seus habitantes estão evacuando a área sob as ordens do governo. A maioria das pessoas de lá conhece a história de 1815 e não precisa de qualquer ordem para começar a correr. Na verdade, as pessoas de fora da zona de perigo também estão fugindo por puro medo.
Ninguém sabe ao certo se o Monte Tambora vai explodir com a mesma intensidade de 1815, ou quando vai explodir. Mas sabemos que ele está despertando, o que certamente não é bom.
Para todos os visitantes do Site, obrigado pela sua audiência... O site está disposto a responder suas curiosidades.
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